Tom Markert dedicou sua carreira ao estudo dos sistemas que a maioria das pessoas só percebe quando eles falham.
Ex-executivo global, CEO, consultor, agente público e líder na área de cibersegurança, Markert atuou durante décadas na interseção entre negócios, tecnologia, liderança e riscos. Seu currículo inclui cargos de alta liderança em algumas das empresas mais reconhecidas do mundo, atuação como comissário municipal em Delray Beach, Flórida, e liderança dentro da InfraGard, parceria público-privada vinculada ao FBI dedicada à proteção de infraestruturas críticas.
Muito antes de o crime cibernético tornar-se assunto comum nas conversas do dia a dia, Markert já observava as redes ocultas, as vulnerabilidades humanas e as dependências digitais que estavam remodelando a vida moderna.
Essa experiência agora alimenta sua ficção.

Com Death Watch, Markert apresentou aos leitores um universo de suspense no qual tecnologia, política, intuição e perigo entram em colisão.
O sucesso do romance confirmou aquilo que os primeiros leitores já percebiam: Markert possui o talento de transformar a arquitetura invisível das ameaças modernas em uma narrativa cinematográfica e envolvente.
Suas histórias avançam em ritmo acelerado, mas não são construídas apenas sobre fantasia. Elas estão fundamentadas na inquietante realidade de que nossos sistemas mais comuns — telefones, aeroportos, plataformas financeiras, redes sociais e protocolos de segurança — podem transformar-se em armas quando as pessoas erradas os compreendem melhor do que nós.
Seu próximo thriller, Death Market, escrito em coautoria com Candi S. Cross, leva esse perigo para um território ainda mais sombrio.

Ghostwriter de grande reconhecimento, conhecida pela profundidade investigativa, pela escrita emocionalmente intensa e por uma rara habilidade em lidar com temas psicológicos obscuros, Cross acrescenta precisão emocional e urgência do mundo real a uma história que mergulha na economia paralela da dark web.
Explorando a engrenagem predatória das fraudes digitais, dos golpes românticos, dos centros de golpes associados ao tráfico humano e dos predadores virtuais, Death Market apresenta uma pergunta perturbadora:
O que acontece quando os golpes deixam de envolver apenas dinheiro roubado e passam a se transformar em um mercado de destinos humanos?
No universo ficcional de Markert, o amor pode ser uma isca, a confiança pode ser explorada, identidades podem ser construídas artificialmente e a própria morte pode tornar-se uma mercadoria.
O livro explora a evolução assustadora do crime cibernético, passando do hacking anônimo para a exploração emocional em larga escala.
Seus predadores não invadem apenas sistemas.
Eles estudam a solidão.
Eles fabricam intimidade.

Eles descobrem o que as pessoas precisam ouvir e o momento exato em que precisam ouvir.
Transformam afeto em acesso, vergonha em silêncio e medo em lucro.
Por trás da superfície da narrativa existe uma ansiedade profundamente contemporânea:
Em um mundo onde inteligência artificial, deepfakes, redes criptografadas, identidades roubadas e cadeias criminosas globais estão convergindo, como podemos saber quem é real, o que é verdadeiro e se o futuro que nos está sendo vendido realmente pertence a nós?
Para Markert, thrillers cibernéticos não são apenas entretenimento.
Eles são uma forma de dramatizar ameaças que já pressionam os limites da vida cotidiana.
Ele se interessa pelo gênero porque ele permite combinar o ritmo de um thriller comercial com a urgência de questões reais.
O que acontece quando a tecnologia avança mais rápido do que a capacidade de responsabilização?
Quem se beneficia quando os sistemas tornam-se complexos demais para que uma pessoa comum consiga compreendê-los?
Como os predadores exploram a distância entre confiança e verificação?
E que tipo de coragem é necessária para enfrentar um inimigo que talvez nunca apareça fisicamente diante de nós?
Sua ficção é moldada pelos mesmos instintos que definiram sua trajetória executiva:
reconhecimento de padrões, pressão estratégica, pensamento sistêmico e a consciência de que toda crise começa muito antes de o público perceber a explosão.
Mas o que faz seus thrillers permanecerem relevantes não é apenas a tecnologia.
É o custo humano por trás da violação.
A viúva.
A filha.
A vítima que acreditou na voz errada.
O investigador que percebe que algo está errado antes que qualquer outra pessoa esteja disposta a ouvir.
A pessoa que percebe, tarde demais, que a armadilha não foi construída em torno de uma senha ou de uma conta bancária, mas em torno da vulnerabilidade mais antiga do mundo:
o desejo de ser visto.
Esse é o território que Markert está conquistando como romancista.
Death Watch abriu a porta.
Death Market aprofunda-se ainda mais — nos corredores ocultos da fraude online, nos predadores que lucram com a confiança e na possibilidade assustadora de que o mercado mais sombrio do planeta não esteja mais vendendo apenas segredos.
Ele está vendendo futuros.
Death Watch já está disponível na Amazon, Barnes & Noble e em diversas livrarias especializadas.
Death Market tem lançamento previsto para o outono.
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